É engraçado que faz pouco tempo que não venho aqui, mas nesse pouco tempo tanta coisa aconteceu!
Vamos por partes..
Primeiro: Depois de três anos voltei na cidade entre as serras! Isso mesmo, minha querida e amada São João dos Patos (que saudade eu Tava dela!)
Segundo: Quando voltei de lá eis que não encontro mamãe em casa. Viajou pra Gramado com minha madrinha e vossos respectivos esposos -nem precisa dizer que aqui em casa ficou só jovens e saímos TODOS OS DIAS hahaha). Mas, isso não foi o importante.. O importante é que ela trouxe meu presente de aniversario adiantado: só um 4s :DD
Terceiro: Quando mamãe voltou fomos pra Santa Clara (10 anos que não ia lá.. É isso?). Muito boa também. Adoro um interior! Hahahahaha
Não preciso nem dizer que essas ferias foram um pé em São Luís e outro nos interiores né? Hahaha.
Quarto: relacionado a questões amorosas. Só posso diZer que eu voltei e ele até veio aqui em casa (sim, ele enfrentou toda minha familia de uma vez só!) hahaha
E por ultimo: To loira :x ok, não completamente loira. Mas, o suficiente pra me chamarem de loira! Hahahaha
Ahhh e como poderia me esquecer! O prêmio do desafio sebrae finalmente saiu. Ou seja, ganhamos passagens pro Rio e 1.400 na conta de cada um pra gastarmos lá! Saiu daqui amanhã.. Ou seja: Olá aniversario em Copacabana! Hahahahahah
Ok, vou parar de me gabar e ir dormir que amanhã o dia vai ser longo :**
domingo, 23 de setembro de 2012
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
quarta-feira, 10 de setembro de 2008

● O que é?
O Large Hadron Collider (Grande Colisor de Hádrons) será o maior e mais potente acelerador de partículas do planeta.
Localizado no CERN (Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire - "Conselho Europeu para a Pesquisa Nuclear"), perto de
Genebra, na Suíça, o LHC utiliza em sua construção os túneis circulares previamente utilizados pelo LEP (Large Electron-
Positron Collider), desativado em 2000. O LHC está sendo financiado e construído com a colaboração de mais de dois mil
físicos de 34 países, e também por centenas de universidades e laboratórios. O propósito de sua construção é de que, quando
ativado, as colisões de alta energia entre as partículas revelem o Bóson de Higgs, o que será um grande passo na confirmação
e verificação de várias teorias.
● Características
Seus túneis de concreto de 3.8 metros de diâmetro formam uma circunferência de 27 km de extensão, numa profundidade de 50 a
175 metros abaixo do solo, passando pela fronteira da França e da Suíça em quatro pontos, sendo que a maioria de sua
extensão está em território francês.
O LHC usa equipamentos como compressores, controles eletrônicos e plantas de refrigeração e ventilação. Seu túnel de
concreto possui dois tubos fechados com ímãs supercondutores refrigerados por hélio líquido, e cada tubo contém um feixe de
prótons. Os dois feixes passam pela circunferência dos túneis em direções opostas, além disso, ímas adicionais são
utilizados para direcionar os feixes para quatro pontos de intersecção, onde as interações entre os prótons ocorrerão.
No total são mais de 1600 ímas supercondutores utilizados, a maioria pesando mais de 27 toneladas.
Seis detectores estão sendo construídos no LHC, sendo distribuídos em pontos de intersecção dos feixes, sendo dois deles g
randes detectores de partículas em geral, um deles um grande detector de plasma de quark-gluon, e os outros três são menores
e mais especializados.
● Funcionamento
Seu funcionamento terá início quando o seu resfriamento for concluído. A temperatura final de operação será em torno de
2 K (-271ºC). As partículas utilizadas nos experimentos serão injetadas no acelerador principal, e serão preparadas por
uma série de sistemas que, sucessivamente, aumentarão o nível de energia das partículas. No final, cada próton terá uma
energia de 7TeV (7 trilhões de elétron-volts), e levarão cerca de 90 microssegundos (1 microssegundo é a milionésima parte
de um segundo) para dar uma volta completa na circunferência do LHC, e vai ser gerada uma colisão de um total de 14 TeV.
Nos locais das colisões estão localizados seis detectores de partículas, que irão analisar os resultados obtidos com o
experimento.
● Pesquisa, segurança e custos
Aproximadamente 7 mil cientistas de 80 países terão acesso ao LHC quando este entrar em funcionamento, e os físicos esperam
que o LHC ajude a testar grandes teorias unificadas e solucionar perguntas sem respostas da física. O custo total do
projeto estava estimado entre 5 e 10 bilhões de dólares, estima-se 8.52 bilhões de dólares mais precisamente.
Apesar da experiência proposta pelos físicos com um imenso colisor de partículas como o LHC pode trazer benefícios e
respostas, ele é muito criticado na questão da segurança. Os riscos que o LHC oferecem são da ordem de afetar o planeta
inteiro, pois ele potencialmente pode gerar fenômenos desastrosos desconhecidos pelo homem. Apesar do modelo padrão da
física predizer que a energia gerada pelo LHC é insuficiente para gerar mini-buracos negros, algumas extensões do modelo p
adrão dizem que existem dimensões espaciais extras, nas quais seriam possíveis a criação de mini-buracos negros, na
freqüência de 1 por segundo. Também de acordo com os cálculos padrões, estes seriam inofensivos, pois eles decairíam
rapidamente pela radiação de Bekenstein-Hawking. O problema é que essa radiação ainda não foi testada, nem observada
naturalmente, assim existindo a possibilidade de que esses mini-buracos negros não decaíssem tão rapidamente, começassem a
interagir entre eles, crescer e causar um desastre na Terra.
Além disso, existe a teoria de que os Strangelets (Strange nuggets - pedaços estranhos) seriam gerados no LHC, e poderiam
gerar uma fusão desgovernada, transformando todo o núcleo da Terra em matéria estranha.
O funcionamento do LHC estava agendado para Maio de 2008, porém esta data foi adiada por motivos de revisão da segurança ao
colocá-lo para funcionar. Uma conferência está agendada para o dia 16 de Junho de 2008, e a nova data para seu funcionamento
está prevista para, aproximadamente, até 2 meses após Junho.
O funcionamento do LHC permitirá chegar a descobertas que "mudarão profundamente a nossa visão do Universo, particularmente
a sua Criação", afirma o director do CERN, Robert Aymar.
PS: A maioria das coisas sobre o LHC aparecem no livro Anjos e Demônios. Minha opinião? Apoio e ainda fico ansiosa para o seu funcionamento. Imagina, saber das respostas que ha tempos os ciêntistas querem descobrir sobre a criação do universo.!
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
"Um dia, um velhinho foi a uma de suas consultas periódicas ao médico,
só que desta vez um pouco apressado.
O médico então lhe perguntou:
- Porque a pressa? e ele respondeu:
- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está num asilo.
E o médico comentou:
- Que bacana! Então vcs matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!!
E o velhinho diz:
- Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença.
O médico surpreso então pergunta:
- Mas pq então tanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?
E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:
- Mas eu a reconheço!
Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida há tantos anos.
Por isso todos os dias eu a reconquisto,como se cada conquista fosse única e verdadeira.
Este é o verdadeiro amor....INCONDICIONAL!!! "
(Não da muito certo comigo, vivo em inconstancias, não sei se aguentaria reconquistar a pessoa amada todo dia. Mas admiro muito esses grandes amores ^^)
só que desta vez um pouco apressado.
O médico então lhe perguntou:
- Porque a pressa? e ele respondeu:
- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está num asilo.
E o médico comentou:
- Que bacana! Então vcs matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!!
E o velhinho diz:
- Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença.
O médico surpreso então pergunta:
- Mas pq então tanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?
E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:
- Mas eu a reconheço!
Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida há tantos anos.
Por isso todos os dias eu a reconquisto,como se cada conquista fosse única e verdadeira.
Este é o verdadeiro amor....INCONDICIONAL!!! "
(Não da muito certo comigo, vivo em inconstancias, não sei se aguentaria reconquistar a pessoa amada todo dia. Mas admiro muito esses grandes amores ^^)
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Contos
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Medo da eternidade
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado
chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem que espécie de bala ou de bombom se tratava.
Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã
juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: - Tome cuidado para não perder, porque essa bala
nunca se acaba. Dura a vida inteira. - Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa. - Não acaba nunca, e pronto.
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de história de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha
cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer, Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como
outras crianças, às vezes tirava da boca a bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me
com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando-se possível o mundo impossível que eu já começara a me
dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boa. - E agora que é que eu faço? - perguntei para não errar
no ritual que certamente deveria haver. - Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o
gosto que você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. Perder a
eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos
para a escola. - Acabou o docinho. E agora? - Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei
a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava,
mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me
enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da idéia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não
estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que
não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. - Olha só
o que me aconteceu! - disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! - Já lhe
disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando,
mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não
perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregava dizendo que o chicle
caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim."
Clarice Lispector
~• Quem nunca teve medo de ter algo pra sempre? Sempre a mesma coisa? Juntos até o infinito? Nossa, eu precisamente morro de medo disso, medo não enjoou! Ja pensou ter que ficar com uma coisa ou alguem atée a eternidade? Não! Posso até mudar de ideia futuramente, mas hoje prefiro viver na minha vidinha de inconstancias... Se não aguento ficar um mês com a mesma pessoa imagina pra todo e todo sempre? Namm... [x] fechada para discursões !
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado
chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem que espécie de bala ou de bombom se tratava.

Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã
juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: - Tome cuidado para não perder, porque essa bala
nunca se acaba. Dura a vida inteira. - Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa. - Não acaba nunca, e pronto.
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de história de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha
cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer, Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como
outras crianças, às vezes tirava da boca a bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me
com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando-se possível o mundo impossível que eu já começara a me
dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boa. - E agora que é que eu faço? - perguntei para não errar
no ritual que certamente deveria haver. - Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o
gosto que você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. Perder a
eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos
para a escola. - Acabou o docinho. E agora? - Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei
a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava,
mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me
enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da idéia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não
estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que
não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. - Olha só
o que me aconteceu! - disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! - Já lhe
disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando,
mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não
perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregava dizendo que o chicle
caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim."
Clarice Lispector
~• Quem nunca teve medo de ter algo pra sempre? Sempre a mesma coisa? Juntos até o infinito? Nossa, eu precisamente morro de medo disso, medo não enjoou! Ja pensou ter que ficar com uma coisa ou alguem atée a eternidade? Não! Posso até mudar de ideia futuramente, mas hoje prefiro viver na minha vidinha de inconstancias... Se não aguento ficar um mês com a mesma pessoa imagina pra todo e todo sempre? Namm... [x] fechada para discursões !
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